terça-feira, 10 de agosto de 2010
SPAECE - UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA OS ALUNOS
> BRENO JORGINAY GOMES OLIVEIRA (1º ANO) - SEDE
> GENIRSON KAIO DO NASCIMENTO VIANA (2º ANO) - ANEXO PROVIDÊNCIA
> ALFREDO MENDONÇA DE SOUSA (3º ANO - ANEXO PROVIDÊNCIA
> FRANCISCA ANACLÉIA DE ALMEIDA MOREIRA (3º ANO) - ANEXO MULUNGU
> FRANCISCO WEDIO DE MACEDO RODRIGUES JÚNIOR (3º ANO) - SEDE
> JOSÉ ROMÁRIO DE PAULA LIMA (3º ANO)- ANEXO MULUNGU
> TALITA DE ARAÚJO RODRIGUES (3º ANO) - SEDE
PARABÉNS PARA TODOS: ALUNOS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS E NÚCLEO GESTOR
sexta-feira, 2 de julho de 2010
PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA
LENDO, VOCÊ FICA SABENDO
No
dia 22 de junho no Pátio da EEM Etelvina Gomes Bezerra nos turnos
manhã, tarde e noite foi realizado a culminância desse projeto, como um
dia “D” da leitura na escola, que teve como objetivo o desenvolvimento
de atividades de incentivo à leitura de forma integrada ao processo de
ensino e aprendizagem da Área de Linguagens e Códigos, Centro de
Multimeios e salas de aula, que envolveu a comunidade escolar, em todos
os seus segmentos do Ensino Médio, com objetivos e estratégias que
envolveram pais, alunos, funcionários, professores, núcleo gestor e
comunidade vizinha.

___________________________________________________________________
A Leitura é o meio mais eficiente de enriquecimento e desenvolvimento da personalidade: é um passaporte para a vida e a sociedade.
(Bárbara Vasconcelos)

OBJETIVO
DO PROJETO: Desenvolver atividades de incentivo à leitura de forma
integrada ao processo de ensino e aprendizagem da Área de Linguagens e
Códigos em Centro de Multimeios e salas de aulas.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
X FECETEL
X FECETEL - FEIRA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA ETELVINA
Aconteceu
dia 23/06/2010 a X FECETEL – Feira de Ciências da Escola Etelvina Gomes
Bezerra. Com o objetivo de despertar e/ou desenvolver o gosto pela
pesquisa e experimentação no ambiente escolar, contribuindo para o
sucesso do processo ensino aprendizagem e incentivando a participação e o
interesse dos alunos e professores em eventos científicos desta
natureza. Os eixos curriculares abordados foram a Biologia, Química,
Física e Matemática.
Parabenizo a todos que desempenharam seus papéis para que a X FECETEL se realizasse com o merecido sucesso.
Agradeço
a colaboração de todos que se esforçaram e dos que não se esforçaram,
pois estes nos deram a oportunidade de mostrar que podemos sempre fazer
um pouco mais por nossos alunos.
Os nossos mais sinceros parabéns a todos os professores e alunos que fizeram da X FECETEL um sucesso!
- PCA(Professora Coordenadora de Área/Ciências da Natureza) – Maria da Conceição
quinta-feira, 6 de maio de 2010
ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA ETELVINA
TECNOLOGIA NÃO É NADA SEM EDUCAÇÂO
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Resenha crítica - Uso de recusos tecnológicos para a construção de textos
Rafael Lorenzato (resenha crítica)
[...]
Comparado erroneamente com Cidade de Deus (2002), pois são produções bem distintas em enredo e técnica, Tropa de Elite é dirigido por José Padilha, o mesmo de Ônibus 174 (2002), que à época foi considerado um filme "esquerdista" por "defender" o olhar do marginal – já que se tratava de um documentário sobre o famoso sequestro protagonizado por Sandro do Nascimento e contrapunha os argumentos das mídias sensacionalistas. Agora, Padilha inverte totalmente o foco e apresenta um protagonista fascista, mas em um filme igualmente reflexivo e com teor documental.
A história, praticamente atual, se passa no Rio de Janeiro de 1997, no qual havia (e ainda há), inegavelmente, guerras entre traficantes e policiais. Em algumas dessas frentes de batalha está o Capitão Nascimento (Wagner Moura), da Tropa de Elite, designado para chefiar a equipe que tem como missão neutralizar o Morro do Turano durante a visita do Papa João Paulo II ao país. Estressado pela violência, e ainda porque sua mulher está grávida, Nascimento necessita arranjar um sucessor que tome conta de seu batalhão com o mesmo afinco e critério que considera justo. Assim, o Capitão narra a busca pelo seu substituto, trazendo para o enredo dois aspirantes da PM: Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro).
Amigos de infância e policiais honestos – raros no filme e, infelizmente, na realidade –, Neto se destaca pela coragem, e Matias, pela inteligência e utopia. Ambos buscam lugar na corporação, mas é Matias que mais se destaca na história. Negro e pobre, pretende formar-se em Direito. Porém, depara-se com um ambiente antagônico: a universidade, na qual o idealismo é contraposto pelo uso das drogas que alimentam o tráfico; e a Tropa de Elite, para a qual, em uma versão simplificada, quem consome drogas ajuda os traficantes a matar os policiais.
O que Padilha faz, portanto, é mostrar um ponto de vista muito raro no cinema: o do policial. Através de uma síntese da sociedade, o Capitão Nascimento expõe seu medo de morrer e seu estresse, e justifica seu direito de punir aqueles que estão do outro lado dessa guerra, sejam traficantes, consumidores de drogas ou policiais corruptos, afinal, para ele, a tortura e o assassinato são legítimos. Detalhe para a cena em que Nascimento cobre o caixão de um colega com a bandeira do Bope acima da bandeira brasileira, evidenciando o fascismo através do qual desconstrói e recria outros policiais semelhantes, como é o caso do personagem Matias, em um ciclo que socialmente representa a pura e simples luta pela sobrevivência de um sujeito que entrará em uma favela à noite sob um intenso tiroteio.
Com antológicas falas como "pede para sair" ou "missão dada é missão cumprida", Tropa de Elite não tem apenas um excelente roteiro. Ele é uma representação verossímil da arquitetura militar, uma vez que foi escrito por, além de Padilha e Bráulio Mantovani, Rodrigo Pimentel, que transpôs par a as telas a vivência dele como policial co nvencional e depois do Bope. Pimentel foi u m dos protagonistas do filme Notícias de Uma Guerra Particular (19 99), documentário de Kátia Lund e João More ira Salles. Além disso , os atores receberam um treinamento do pró prio Bope que, segundo Wagner Moura, foi tã o intenso que parecia que eles vestiriam a f arda para sempre.
Soma-se a isso o medo da violência vivenciado nas filmagens. Como vestiam-se de policiais dentro das favelas, os atores traba lhavam no limite do risco. Todos usavam coletes identificando a equipe de filmagem, não obstante, a tensão de ser observado pelo tráfico era muito forte. Principalmente quando alguns membros da equipe foram sequestrados por bandidos que imaginaram que as armas cenográficas eram reais. Assim, Padilha e seu grupo sofriam a pressão tanto dos comandos da polícia quanto dos comandos do tráfico.
E é aproveitando a vivência do conflito que a produção se utiliza de diversos elementos estéticos para narrar o dia-a-dia dos policiais, em uma linguagem de cinema expressada principalmente pelo fotógrafo e cinegrafista Lula Carvalho, que utiliza a câmera na mão ao mesmo tempo em que persegue os personagens, subjetivando o olhar do espectador. Além disso, as atuações e a direção de Padilha traduzem a identidade do filme, que expõe um ponto de vista único, porém, importante.
Através desse conjunto de características que compõem a película, Tropa de Elite faz com que o público reaja de formas diversas. Da empatia à aversão espontânea, do riso à angústia, cada espectador demonstra um comportamento, amparado, certamente, em sua inserção sociocultural. O filme não é a ótica do Capitão Nascimento e sua opinião fascista, mas sim, um poderoso agente de transformação, simplesmente porque gera discussão sobre as condições absurdas em que vivemos, mas que fazemos questão de relevar e não enxergar.
http://www.cinema.com.br/site/acervo.php?id=206&a=2



Nenhum comentário:
Postar um comentário